sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Receita Chicabon

Hehehe, achei!
Falta testar!

Acredito que este seja o sorvete de chocolate predileto de 9 em cada 10 pessoas, o sabor do Chicabom é realmente o mais gostoso, talvez o sorvete de pote não seja tão gostoso quanto o de palito, mas mesmo assim é o que considero mais gostoso dentre todos do mercado. (Claro, sem contar os da marca Häagen-Dazs)

Bom, sem mais delongas, vamos direto a receita, esta que por sinal é muito simples, pois possui apenas 3 tipos de ingredientes.
Ingredientes:- 1 lata de leite condensado
- 1 lata de creme de leite
- 2 caixas de pó de pudim de chocolate

Modo de preparo:
1- Prepare os pudins normalmente, como nas intruções contidas na caixa.
2- Depois de frio bata no liquidificador com o leite condensado e com o creme de leite.
3- Coloque para gelar no freezer.
4- Depois de gelado, retire do freezer e bata na batedeira até ficar cremoso.
5- Leve novamente ao freezer e após congelado é só devorar está delícia!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Porquinha com calos

Hunf, mais um vírus que, sabe Deus como, saiu do bicho e veio pro ser humano. Como a Aids que veio do macaco né? Aiai, bando de pervertidos masssssssssss, a gripe (atchim) suína taí.

Eu, gripada há 3 semanas (fez "aniversário" ontem), no início recebia cada olhar torto quando tossia ou espirrava que já tava entendendo pq a gripe suína matou tantos: não é o vírus mas o povo q te mata com medo de pegar o vírus...

Bem, desde então eu não fui mais pra academia (perdi o dinheiro q investi, já emagreci td q tinha ganho, droga!), nem mesmo tomei meu sagrado açaí. Neste domingo, já com um desejo incontrolável, resolvi comprar sorvete. Um pote. De dois litros. Tomei como se aquilo fosse a única comida que eu tivesse visto há semanas. Satisfeita, deixei ele lá no congelador, pq sou pobre e não tenho freezer, antes q vc se pergunte, rs.

Amanheci tossindo. Aí pensei:
"Poxa, piorei... mas pq se eu já estava ficando boa?"

PLIMMMMMM! Lembrei do famigerado sorvete. Me deu raiva claro, mas na hora eu nem queria saber de nada além de engolir todo o sorvete que coloquei na caneca. Sim, uma CANECA.

Aí, saí do trab e fui fazer alguma coisa no shopis. Não lembro o que foi. Sem querer eu vi uma Melissa na vitrine. Entrei para ver se tinha o modelo que eu namoro há umas 2 semanas e, claro, meu número. Não tinha o modelo que eu queria. Tinha outro mas fiquei em dúvida e decidi não levar. O vendedor deve ter ficado com raiva né? mas, fazer o quê?

Na terça-feira, dia do meu dentista. Lembrei que no shopis Barra tinha a tal Melissa. Fui correndo pra loja. Necas. Tinha do modelo mas nas cores AZUL e VERMELHA. Como tomo Simancol e entendo que, mesmo sendo maluca eu tenho que me portar como gente, desisti. Experimentei outros modeletes lindos também mas, meu pé (ô ser problemático do meu corpo viu?) tava apertado. Os dedinhos não se mexiam dentro do sapato. Comecei a sentir claustrofobia no pé, se é que isso existe. Depois de muitas "provações" saí da loja frustrada querendo encolher meu pé. Mais um vendedor retado comigo né? Pois, vcs vão entender pq afirmo isso....

Aí, resolvi ir comer. Sentei na praça de alimentação, fui no burguer king comer um sanduba caprichado que a caixa, mt solícita pra n dizer o contrário, me vendeu.
Comecei a comer e lembrei do prazer de comer. Lembrei da dúvida "pq não engordo" e comecei a cogitar que o q eu como vai pro pé, por ser tão largo.

Depois olhei pro telão que tinha na praça. Passavam notícias do terra (plantão de notícias) e um aviso do ministério da saúde. Hummmm, adivinha do que era? Falando sobre a gripe suína, H1N1. Passou uma notícia geral. Depois passou a propaganda da gripe. Comecei a ler e fiquei pasma. Olha o que dizia:

"Lave as mãos....."
"Ao espirrar ou tossir...."
"Não compartilhe utensílios.."
E, por último a bendita frase:

"EVITE LOCAIS FECHADOS E COM MUITAS PESSOAS COMO SHOPPINGS..."

Me perguntei: Ah, agora que vc avisa é?

Deixei pra lá, final, se eu tiver q morrer vai ser de qlqr coisa e em qlqr lugar.



Só que, enquanto eu comia, essa propaganda passava a cada 10 segundos! Passava uma notícia dos afegãos explodindo um monte de coisas em 5 segundos. Depois a propaganda da gripe. Depois outro plantão. E em seguida? A gripe de novo. Passaram duas notícias! Pensei que já tinham "corrigido" o problema na programação da tv. Quem disse? repetiu duas vezes a "propaganda da gripe". Já estava ficando agoniada. Terrificada. Aff, exagerei neste termo... Atemorizada.

Olhei em reddor, ngm nem aí pro babado. A tv se "esgoelando" pra expulsar o povo do shopis e o povo nem tchum... nem aí pra suína, pros porquinhos e pros vírus grudados nas cadeiras e corrimão do shopping, eca!

Fiquei ali comendo e tentando entender a lógica daquilo. Qd terminei de comer e não consegui calcular a frequência da "propagação da gripe suína", resolvi me levantar, jogar o lixinho da bandeja no lugar (isso mesmo, vc tem mão não custa nada levar sua bandeja com lixinho pra lixeira) e saí tentando digerir o q comi e a informação da gripe.

Aí, como vou pra Curitiba em setembro, passei na renner pra ver se achava um sapatinho fechado, baixo pra trabalhar e passear. Finalmente eu achei!

Aêêêêêê!

Sim, isso é a coisa mais difícil de acontecer. Achar um sapato. Comprei um estilo boneca, vernizadinho, preto. Uma fofura e confortável.

Mas, (agora entra a praga jogada pelos vendedores das melissas que eu não comprei) no dia seguinte, ou seja, ontem, resolvi estreá-lo. Briguei no trabalho e me piquei pro shopping pq o sapato qse arrancou meu calcanhar. Sério? Sério.

Cheguei na loja qse descalça. Expliquei o ocorrido e, felizmente, me deixaram trocar os sapatos. Mas, para isso eu teria q ficar descalça ali, na hora. Fiz uma cara de "AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhhhhhhhhnnnnnnnnnnnnnnnnn?" pra menina do caixa e perguntei: vou ficar descalça aqui na loja até escolher outro sapato? E seu não gostar de nenhum deles? Vou descalça pra casa?

É minha gente, era isso mesmo. Aí perambulei pela loja e a garota que me vendeu o sapato me reconheceu. Eu disse: tá vendo o q o sapato fez no meu calcanhar? Nos calcanhares, melhor dizendo.

A menina ficou pasma coitada. Afinal, tds as meninas de lá compraram, usam e NADA aonteceu nos pézinhos delas. Eu começo a achar que sou cagada de urubu branco mesmo.

Perambulei cm alma penada na loja, desconsolada, pq n achei nada q me interessasse. pensei em guardar o vale troca e comprar uma sandália qualquer mas, imaginem a cena:

'Eu, com cara de pobre, cabelo encaracolado despenteado, nariz vermelho pq eu tinha chorado, descalaça num shopping da high society'. Imaginou? Ah, pois é, iam me expulsar do shopis. Desisti e peguei um sapato qlqr, comprei aqueles band aids de colocar no joelho (enormes) pra proteger as crateras nos meus calcanhares.

Saí com cara de raiva de lá mas, era melhor q sair descalça. Agora, vou descer o sarrafo na empresa dos sapatos. Afinal, alguém vai ter que me ouvir né?

Então, depois dessa, só lembrei da musiquinha que canto com as crianças:

"Cuidado boquinha com o que fala... cuidado mãozinha no que pega, cuidado olhinho pra onde olha, etc etc" e resolvi fazer uma paródia pra mim, afinal, esse é o 3º par de sapatos que perco pq meu pé, depois de comprar o sapato, resolveu ficar maior e calejado.

Cuidado Rosana com o que calça (bis)
O joanete, a unha e o calcanhar podem doer
Cuidados Rosana com o que calça.

sábado, 13 de junho de 2009

RELATÓRIO DO PLANETA TERRA

"Se a população da Terra fosse reduzida à dimensão de uma pequena cidade de 100 pessoas, poderia observar-se a seguinte distribuição:

57 Asiáticos
21 Europeus
14 Americanos (norte e sul)
08 Africanos
52 mulheres
48 homens
70 pessoas de cor
30 caucasianos
89 heterossexuais
11 homossexuais
06 pessoas seriam donas de 59% de toda a riqueza e todos eles seriam dos Estados Unidos da América
80 pessoas viveriam em más condições
70 não teriam recebido qualquer instrução escolar
50 passariam fome
01 morreria
02 nasceriam
01 teria um computador
01 (apenas um) teria instrução escolar superior

Quando olha para o mundo nessa perspectiva, consegue perceber a real necessidade de solidariedade, compreensão e educação?
Pensa também no seguinte?:
Esta manhã, se acordar com saúde, então é mais feliz do que 1 milhão de pessoas que não vão sobreviver até ao final da próxima semana.
Se nunca sofrer os efeitos da guerra, a solidão de uma cela, a agonia da tortura, ou fome, então é mais feliz do que outros 500 milhões de pessoas do mundo.
Se pode entrar numa igreja (ou Mesquita) sem medo de ser preso ou morto, é mais feliz do que outros 3 milhões de pessoas do mundo.
Se tem comida na geladeira, tem sapatos e roupa, tem uma cama e teto, é mais rico do que 75% das outras pessoas do mundo.
Se tem uma conta bancária, dinheiro na carteira e algumas moedas num moedeiro, pertence ao pequeno grupo de 8% de pessoas do mundo que estão bem na vida.
Se está lendo esta mensagem, é triplamente abençoado, pois:
1.Alguém lembrou-se de você.
2.Não faz parte do grupo de 200 milhões de pessoas que não sabem ler.
3.E tem um computador!

Tal como alguém uma vez disse:
- "trabalha como se não precisasses do dinheiro;
- ama como se nunca tivesses sido magoado;
- dança como se ninguém estivesse a ver-te;
- canta como se ninguém estivesse a te ouvir;
- vive como se a terra fosse o Paraíso ."

Por Márcio Demari

PLANETA VOLUNTÁRIOS
Porque ajudar faz bem !!!
http://www.planetavoluntarios.com.br

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Inspirações

Há algum tempo que estou devendo escrever algo aqui, seja ele interessante ou não.
Na realidade, desde a sexta-feira que tenho algumas coisas para escrever mas, o tão sonhado tempo se esvai como se fosse o vento que bate no nosso rosto. Sendo assim, cabe a mim tentar escrever hoje, da forma mais inspirada possível, para me aproximar ao máximo das impressões vividas por mim no calor daquela hora.

Eu me encaminhava para a estação da Lapa, lugar que detesto com todas as letras porque fede a xixi além de ser suja e mórbida, feliz por ter adquirido em uma super promoção meu conjunto de jantar, de 42 peças, em porcelana, todo branquinho, por R$99,00! Sério! O valor normal de um desses de 20 peças chega a passar da casa dos cem reais! Mais um acessório para meu casório!!!

Pois bem, voltando ao caso: ao chegar no pavimento do subsolo, onde pego meu ônibus, vi de longe já uma gigantesca fila. Quando pensei em correr, vi que tinha uma pessoa na minha frente, que estava andando um pouco indecisa. Reconheci-a. É a deficiente visual que mora em Brotas, ou seja, pegaria o mesmo ônibus que eu.

Ia passar direto mas, decidi ajudá-la. Parei, perguntei qual ônibus ela pegaria e acompanhei ela até a fila. Assim que chegamos o ônibus ambém chegou. Coloquei ela dentro do coletivo e fui pro fim da fila. Ela ainda me agradeceu e ofereceu que eu entrasse pela "frente", como acompanhante dela, e assim, não pagar a passagem. Recusei. Disse que não tinha pressa.

Na fila, muitas pessoas. Era a última. Apenas um ônibus não deu pra levar todos. Esperei por mais uns 15 minutos o próximo. Naquele momento, vi um rapaz com cadeira de rodas e com a camisa de uma central sindical, a CTB.

Não dei muita bola, afinal estava ansiosa para ver se eu ônibus chegava, afinal estava muito cansada. Quando fui dar conta, o rapaz da cadeira de rodas tinha parado no início da fila e não olhava para o ônibus com a felicidade que eu estava. Por que?
Simplesmente porque o coletivo não tinha o elevador especial para cadeirantes. Ele não tinha acompanhantes, ninguém para colocá-lo no ônibus e descer ele no ponto dele.

Nessa hora fiquei naquela dúvida: chamo a galera aí pra ajudar? Será que ele vai se ofender? E quando ele for descer, será que vai ter alguém pra ajudar?"

Acabei entrando no ônibus e vendo o rapaz ansioso esperando o busão. O ônibus partiu. Eu fui embora. Ele ficou. E sabe Deus que horas ele saiu de lá, já que é 1 em cada 10 ônibus que têm o acesso para eles.

Depois, fiquei pensando: Burra! Deveria ter feito minha parte, tentar ajudá-lo. E, para os que me conhecem, sabe que fiquei me torturando por isso...

Mais tarde, refleti um pouco mais: como deve ser ruim a pessoa ter uma deficiência, ficar dependendo dos outros para tudo. E quando eles acham um emprego? Imagine se vão conseguir chegar no horário com essas frotas de ônibus que não estão adaptadas? Nunca conseguirão tal feito! E, pensando um pouco mais, entendi que, graças a Deus, a deficiência deles é apenas uma limitação física.

É ruim, claro que sim. Mas acredito que a pior deficiência é a de caráter. Pois essa é a mais difícil de ser mudada. A mais horrenda e mais insuportável. De uma coisa eu tenho certeza que não vou esquecer: um rapaz deficiente, que milita em uma central sindical para lutar pelo direito de TODOS os trabalhadores, ali, esperando um ônibus com acesso para ele, ou aguardando a ajuda de alguns dos protegidos dele (os trabalhadores) estenderem a mão para ajudá-lo a pegar um transporte...

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Buzu cheio e pagodão? One more time!



Olá pessoas!

É bem verdade que sumi, quase um mês para ser mais exata. Vou então informá-los o que se "assucedeu" neste período:

*Trabalhei feito louca;
*Nina está quase 100% mas não corre nenhum risco de morte;
*Mudei de classe: dou aula para as crianças menores agora;
*Estou tentando entrar na academia.

Fora isso, a vida continua.

Todos os dias pego meu buzú quase cheio (porque pra ficar cheio tem que esvaziar) e, depois de cotoveladas, pisoteios, ser desodorante da galera e ficar com um mau humor pro resto do dia, subo meus 150 degraus para chegar no trabalho.

Depois de sair de lá, num belo dia de sol e um calor MA RA VI LHO SO, resolvi escutar meu MP3 no percurso de volta. Após subir a ladeira íngreme de quase 90 graus para chegar em casa, vejo um carro de som tocando algo que tinha no meio do "barulho musical" a frase "até o talo". Quando ouvi estas palavras e vi que algum ser se remelexia, aumentei o som do meu MP4 e, qual foi a minha surpresa? A música (pagode) estava no fim e o Daft Punk me dizia incontrolavelmente a frase "one more time", música que eu ouvia na hora.

Nesse momento não sei o que me dava mais raiva: ter tido uma manhã chata, constatar que mais uma baixaria musical foi lançada e o pior, tem seguidores, ou ouvir a frase "mais uma vez" do Daft Punk....

E antes que algum anônimo fale algo relacionado a preconceito dos sulistas, saliento que, o que eu ponho em cheque não é a naturalidade ou região, e sim o que acontece em uma cidade que, infelizmente tinha tudo para ser perfeita mas, a acomodação e a falta de investimentos gerou uma cidade provinciana, com maioria de pessoas que têm péssimo gosto musical (como em vários outros lugares) e que entendem que, tendo um teto, cerveja pra beber e arrocha, pagode, funk, sabe Deus mais o que, não busca melhorias na vida e ainda obrigam os vizinhos a serem do mesmo jeito, ouvindo esse sons que chamam de música.

Infelizmente, boa parte das pessoas não aceitam críticas: acham que se trata de preconceito. Fico triste ao ler isso e também revoltada por ver que as pessoas não conseguem enxergar além e acham que "festejar" é tudo na vida, que tudo está bem, ao invés de fazer uma análise do que esta cidade foi e em que se tornou, buscar mudanças e lutar por elas.